Colunas / Opinião do Leitor

Procura-se o pai

11 de Março de 2010 |

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 "Bato" às portas do Diário da Manhã porque há muito tempo acompanho o trabalho jornalístico de vocês, voltado para os interesses da sociedade. Como cidadão, tenho a esperança de conseguir meu objetivo. É o seguinte: meu nome é Higor Gonçalves Rodrigues, tenho 21 anos, e tudo que queria é ter um primeiro contato com meu pai, Marco Antonio Alves, e gostaria que este jornal me ajudasse, divulgando meu apelo. Sei que meu pai também procurou me encontrar, há uns dois anos, quando fez contato com um militar do Exército, quando eu ali servia. Minha mãe chama-se Magna Gonçalves Rodrigues e só tomo essa iniciativa porque ela também concorda comigo. Faço um apelo através do DM para que meu pai, Marco Antonio, me procure. Estou diariamente na Avenida Bela Vista nº 1.103, Jardim Bela Vista, aqui em Goiânia. Se ele quiser, pode procurar-me na minha residência.
Higor Gonçalves Rodrigues, via e-mail

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40 mil pedem a volta de Marconi – Justiça e Política

Força política

Realmente a gigantesca festa promovida para comemorar o aniversário do senador Marconi Perillo superou as expectativas, pois conforme a eficiente cobertura do Diário da Manhã àquele evento, foi possível ver que milhares de pessoas acorreram ao local para cumprimentar o senador pelos quarenta e sete anos de vida.
Um trajetória de realizações e de grandes feitos, pois, ainda não completado meio século de existência, já conta no seu currículo com grandes conquistas, pois já exerceu desde deputado estadual a governador e agora, por último, senador eleito com mais de dois milhões de votos.
E agora prestes a disputar, de novo, o governo do Estado, e com grandes chances de conquistá-lo, sua demonstração de prestígio e de força política incomodou a muita gente, inclusive se chegando ao exagero de se questionar, através da quantidade de comida posta à disposição do público, para se calcular a quantidade de pessoas presentes.
Chega a ser hilária essa atitude, pois nem os mais empedernidos adversários, divulgado contenedor da disputa governamental em outubro, Iris Rezende, que já há mais de décadas comemora o seu aniversário com bastante público, teve essa  ideia de avaliar os presentes com esse "brilhantismo e originalidade".
 Aliás, a pequenez da ideia, mais se consolida na futilidade e inocuidade de tal argumento, pois, por certo, muita e muita gente ali compareceu e nem sequer provou de bebidas e comidas que fartamente foram distribuídas, ficando patenteado assim, que a tentativa de desconstrução da imagem do senador Marconi Perillo está mais do que orquestrada e não se resumindo só aos diários ataques, quanto à sua administração, pois para se agradar àqueles aos quais interessa impingir nódoas  e erros nos dois governos de Marconi Perillo, pois agora a subserviência tem procurado com lupa outros pontos, nesse caso ridículo em que se possa questionar e atingir uma candidatura que, pelas pesquisas de intenções de votos, tem tudo para ser vitoriosa em outubro próximo.
José Domingos, via e-mail

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No bonde da história

A movimentação de tropeiros que demandavam de diferentes províncias em direção às lavras de ouro de Meia Ponte(Pirenópolis), Corumbá de Goiás, Santa Cruz, Bonfim (Silvânia) e Vila Boa (Cidade de Goiás) nos idos do século XVIII, marcou o surgimento de um pequeno povoado às margens do Ribeirão das Antas, aonde a religiosidade e a vocação comercial formaram os traços marcantes da identidade de um povo trabalhador e hospitaleiro.
Em 31 de julho de 1907, a cidade passou a chamar-se Anápolis. A localização privilegiada coloca a cidade em vantagem competitiva para a logística de mercadorias. Por isso, Anápolis é alvo de um ambicioso projeto envolvendo esforços dos governos municipal, estadual e federal, além da iniciativa privada e a Plataforma Logística Multimodal.
O atual prefeito, Antônio Roberto Gomide, conseguiu, num passo de muito trabalho, fazer ressurgir em Anápolis a autoestima do seu povo, conseguindo interagir em todos os setores produtivos da cidade, infraestrutura, educação, saúde e cultura.
Hoje temos uma cidade muito melhor do que era antes. Seguimentos da sociedade ecoam a necessidade do ressurgimento do movimento “Vote nos candidatos de Anápolis”, ainda em caráter embrionário, pois colocar a cidade no bonde da história, depende dos partidos políticos.
Evandro Coutinho França, via e-mail

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Vítimas culpadas
Vaccari (tesoureiro do PT) nega o rombo de 100 milhões na Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) e acusa cooperados de serem maus pagadores, o que explicaria o fato de não terem recebido as chaves dos apartamentos. Além disso, o rombo não passou de "desequilíbrio financeiro". Tudo bem, mas se o dinheiro sumiu, ou melhor, se desequilibrou e caiu, não tendo sido usado de jeito nenhum para campanhas eleitorais, e nem para forrar o fundo dos bolsos de petistas, será que Vaccari Neto poderia deixar de fazer tanto suspense nos contando para qual buraco escorreu todo o dinheiro desequilibrado?
O melhor desta estória: não existe crime, e se existir, as vítimas é que são culpadas. PT, você se supera a cada maracutaia!
Mara Montezuma Assaf, via e-mail

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Raposas do PT

Curiosa a defesa que os manda-chuvas do PT fazem em relação aos envolvidos no caso Bancoop. O normal seria o partido afastar tais pessoas, mas não, o partido prefere acobertar, e ameaça processar o promotor José Carlos Blat, que vem conseguindo mostrar com provas irrefutáveis todas as falcatruas feitas com o dinheiro dos cooperados que tinham um sonho, a casa própria.
Já não é a primeira vez que o PT coloca uma raposa para tomar conta do galinheiro. Quem não se lembra de Delúbio Soares? Naquela época o presidente Lula disse que tinha sido traído e que não deixaria impunes os culpados, ou seja, não ficaria pedra sobre pedra.     Passados quase oito anos, Delúbio até já sinalizou que quer ser candidato nas próximas eleições. João Vaccari Neto, com a ficha maculada, foi indicado tesoureiro na campanha de Dilma Rousseff. O Ministério Público terá muito trabalho para punir aqueles que desviaram o dinheiro do Bancoop. Vamos assistir a uma briga de cachorros grandes.
Izabel avallone, via e-mail

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DM 30 anos

Cultivo da liberdade

Parabéns, Batista Custódio e toda a equipe do Diário da Manhã pela luta e sobrevivência neste mundo conturbado!
Parabéns pela liberdade de imprensa aos excelentes articulistas que nos brindam diariamente com seus artigos e crônicas, pelos funcionários que valorizam o jornal e procuram sempre inovar, e pelo jornal não usar matérias apelativas para vender exemplares.
Acompanhamos o DM nos 10.950 dias de circulação e somos sabedores da divulgação gratuita dos movimentos artísticos, sociais e culturais existentes em Goiânia.
Ao completar 30 anos de existência podemos testemunhar a seriedade e veracidade dos fatos. O Diário da Manhã tem proporcionado aos leitores, sejam eles assinantes ou internautas, que vêm se beneficiando com o acesso gratuito ao jornal em diversos pontos do mundo, e os que compram o jornal para obter informações políticas, econômicas, sociais e culturais.
Parabenizamos o Diário por todos esses dias de leitura e informações diárias.
Ezio e Helena Vasconcelos, via e-mail

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Nova frente cogita nome de Paulo Teles para encabeçar chapa – Fio Direto, 07/03/2010

Permanência no TJ

Caríssima jornalista Tainá Borela, li na coluna Fio Direto, do dia 7, notícia cogitativa de possível escolha do meu nome para compor a chamada “Nova Frente” Política Partidária.
A ser verdade, muito me honraria a lembrança do meu nome, embora em nenhum momento tenha sido procurado para tratar desse assunto.
No momento eu e minha equipe de colaboradores estamos voltados exclusivamente para o cumprimento das metas estabelecidas para o meu mandato, que se encerrará em 30/01/2011.
Muito me distinguiria participar de um pleito político na condição de candidato.
Gosto da ciência política, dedicando uma parcela do meu tempo a estudá-la e pesquisá-la.
Igualmente sou admirador dos que exercem a política e a ela se dedicam como exercentes de cargos eletivos.
Entretanto, pelos motivos expostos, asseguro-lhe que a minha permanência no Tribunal de Justiça é dada como certa, se assim Deus o permitir, até o dia 30 de janeiro de 2011.
Agradeço a publicação desta em igual espaço, externando meu apreço e deferência à sua pessoa.
Paulo Teles, presidente do Tribunal de Justiça, via e-mail

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Comparação absurda

Em entrevista concedida à agência Associated Press, Lula pretendeu comparar a situação de presos comuns, condenados pela Justiça, com os presos políticos de Cuba. Como, afinal, o presidente de um país como o nosso, acha minimamente razoável valer-se de semelhante comparação?
Não contente, aduziu que não era o caso de se “intrometer” na “justiça cubana”. Ora, mas que justiça? Lá, o infeliz é condenado a 28 anos de reclusão pelo “crime” de divergir do governo, e Lula ainda tem a pachorra de chamar a isso “justiça”? É o fim do mundo, senhores! 
Lula acha indevido intrometer-se para salvar a vida de um prisioneiro a quem os tiranos negaram tudo, até mesmo o estatuto de preso político, mas acha certo intrometer-se na vida política de Honduras e, ainda, desqualificar a Justiça italiana no caso Battisti. A atual política externa brasileira é o mais autêntico “samba do crioulo doido”. Se alguém encontrar alguma lógica nisso tudo, por favor, explique.
Sílvio Natal, via e-mail

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