Editorias / Opinião
Diário da Manhã, o jornal da liberdade - Felicíssimo Sena
De há muito a imprensa brasileira vem abrindo espaços para pensadores de diversas linhas de criação. Nenhum, entretanto, adotou uma postura tão libertária como o tradicional Diário da Manhã, que recebe e divulga as mais variadas opiniões.
Sabe-se que a linha editorial de cada veículo de comunicação tem contornos próprios, e alguns, até o fechamento de círculos concêntricos de modo a não permitir entrada de pigmentos de cor diferenciada de seus matizes.
No Diário não é raro você encontrar opiniões conflitantes de uma para outra edição ou, mesmo, de uma para outra página. Isso não significa que o jornal errou ou se esqueceu de seu pensamento passado – é que as cabeças humanas sempre divergem, e o jornal faz questão de respeitar essas divergências.
Trabalha sempre dentro dos limites da decência, não deixando, às vezes, de estimular as mentes humanas mais picantes.
E não se diga que seria um jornal sem rumo, sem destino e sem posição. É um veículo forte que mesmo divergindo dentro de suas páginas por pensamentos díspares, consegue manter uma unidade de propósitos, sempre bem informando de maneira abrangente e dando ao leitor a opção de escolher o que melhor lhe aprouver.
É como a vida, tem suas vicissitudes, muda, altera, sucede, modifica e, daí, transforma sempre para melhor.
Felicíssimo Sena é advogado
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